
Em se falando de Chiryu, o “O-Anmaki“ é famoso, e na cidade há muitas lojas de O-Anmaki.
Aqui, faremos uma explicação rápida para quem não conhece esse doce. Na Era Edo, Chiryu floresceu como o 53º Shukuba machi de Tokaido, desenvolvendo com a feira de algodão e feira de cavalos. Nessa época surgiu como comida típica de Chiryu o Anmaki. O nome Anmaki foi colocado por estar “Enrolado em doce de feijão”.
Quanto à origem do Anmaki, existe uma teoria de que nos tempos médios de Tokugawa existiam massas feitas com algum tipo de soja sem ser adocicado, mas dizem que este foi melhorado e virou o anmaki de hoje. No período médio de Meiji, a circulação de viajantes, carroças puxadas a boi, carroças puxadas a cavalo, etc., era muito acentuada, e o Anmaki foi espalhada por estas pessoas num curto espaço de tempo a várias regiões do país.
Depois disso, até os dias de hoje, seu nome é conhecido em todo o país. Atualmente, há uma variedade de tipos, com doce de feijão branco (shiroan), doce sem esmagar o feijão (tsubuan), tempura anmaki (anmaki frito), anmaki de queijo ( cheese anmaki), etc. Não só os que gostam de doces, mas é apreciado por muitas pessoas.
Não se sabe ao certo quando começou a ser produzida o Mikawa Butsudan, mas de acordo com documentos, data do ano de 1704, e o fundador produzia seguindo os ensinamentos da família Shouhachi o Butsudan. Na obtenção da matéria prima, a madeira era transportada pelas águas do rio Yahagi, e a laca podiam ser extraídas dos pés do Monte Sanage, ao norte de Mikawa, estando sob ótimas condições locacionais.
Depois disso, pelo Shogunato (Bakufu) à Era Meiji, aumentou o número de pessoas que começaram essas atividades nas redondezas de Mikawa, formando a atual zona de produção de altares budistas (butsudan) de Mikawa.
A peculiaridade do Butsudan de Mikawa é que sua base é baixa, e uma técnica chamada “Unerinageshi”, com o propósito de levar a luxúria do butsudan dos templos ao ambiente familiar, no butsudan de uso doméstico, fazendo figuras esculpidas em relevo muito elaboradas.